sábado, 8 de dezembro de 2012

Segundo hério da DC Comic que eu gosto é Batman esta pequena historia dele

Batman foi criado em 1939 pelo roteirista Bill Finger e pelo desenhista Bob Kane em Detective Comics #27, na história "The Case of the Chemical Syndicate". Foi pensado originalmente para ter histórias policialescas pulp e acabou se tornando um símbolo dos vigilantes super-heróicos. Esta página reúne 20 momentos importantes do personagem em todas as mídias. Clique nas imagens para ampliar e nos links para artigos específicos que detalham cada tema.
MOMENTO 1 - O super-herói Batman, o Cavaleiro das Trevas, é criado por Bob Kane e Bill Finger e publicado pela primeira vez na revista Detective Comics 27, de maio de 1939. Apenas quatro anos após ter surgido nas HQs, o Homem-Morcego debutava também nas tela em um seriado de 15 capítulos, batizado como O Morcego, dirigido por Lambert Hillyer e produzido pela Columbia Pictures.
Batman surge na Detective Comics 27 em 1939
MOMENTO 2 - Batman fica menos sombrio com a introdução de Robin, seu parceiro-mirim, em Detective Comics 38 (abril de 1940). As vendas dobram com a novidade. Poucos dias depois, surge um novo título do super-herói, Batman, trazendo dois novos personagens, Coringa e Mulher-Gato (abril de 1940). Conheça os vilões do Batman.
Detective Comics 38 apresenta o Robin
MOMENTO 3 - No inicio de 1941, Batman e Robin juntam-se ao Superman e Zatara na nova HQ World's Best Comics, com histórias de vários personagens. Artistas como Jerry Robinson e Dick Sprang trabalham com os heróis na época.
Em 1941 a Worlds Best Comics reune aventuras de varios herois
MOMENTO 4 - Na história "The Mightiest Team in the World", publicada em Superman 76 (junho de 1952), Batman trabalha pela primeira vez ao lado do Superman como uma dupla. Os heróis descobrem suas identidades secretas e iniciam uma parceria de décadas, tornando-se conhecidos como "Os Melhores do Mundo".
Superman 76 primeira parceria de Batman e Superman
MOMENTO 5 - Com a publicação do livro A Sedução dos Inocentes, que combate as HQs e sua influência sobre as crianças, o tom das aventuras de Batman fica mais leve, para acalmar o mercado. Alegações de homossexualidade entre o herói e Robin são respondidas com a criação das Batwoman (1956) em Detective Comics 233.
Detective Comics 233 surge a Batwoman em 1956
MOMENTO 6 - Com aventuras mais orientadas para a ficção científica, em parte também pela pressão criada pelo livro A Sedução dos Inocentes, Batman é revelado como um membro da Liga da Justiça em The Brave and the Bold 28 (fevereiro de 1960).
Batman integra a Liga da Justica em The Brave and the Bold 28
MOMENTO 7 - Com as baixas vendas, Batman sofre uma reformulação em maio de 1964. O artista Carmine Infantino e o editor Julius Schwartz dão novo visual ao personagem (surge a elipse amarela no peito) e retomam as histórias de detetive.
Batman por Carmine Infantino
MOMENTO 8 - Em 1966, com a estreia da série de televisão do Batman de Adam West, bem-humorada e colorida, o personagem ganha nova popularidade, fazendo comque o tom e personagens da TV sejam inseridos nos quadrinhos. As vendas das HQs não demoram a voltar a cair.
Seriado dos anos 1960 com Adam West
MOMENTO 9 - Em janeiro de 1970, o roteirista Dennis O'Neil e o ilustrador Neal Adams reformulam mais uma vez o personagem a partir de Detective Comics 395, em busca de suas origens. Adams faz história com seu estilo dinâmico e poses dramáticas, mas as vendas da revista não reagem.
Neal Adams revoluciona o estilo de Batman em 1970
MOMENTO 10 - Steve Englehart e Marshall Rogers assumem a Detective Comics em agosto de 1977. O trabalho da dupla inspirou o filme Batman (1989) e Batman - A Série Animada (1992). Apesar da qualidade do trabalho, as vendas continuam caindo.
Batman por Marshall Rogers
MOMENTO 11 - A minissérie Batman - O Cavaleiro das Trevas, escrita e ilustrada por Frank Miller, é publicada em fevereiro de 1986. Sucesso comercial e de crítica, a história, que mostra Bruce Wayne saindo da aposentadoria e voltando a ser o Batman, revoluciona o momento das histórias em quadrinhos ao lado de Watchmen de Alan Moore.
Batman O Cavaleiro das Trevas
MOMENTO 12 - Em 1986, Dennis O'Neil assume o cargo de editor dos títulos do Batman, começando sua reformulação pós-reboot Crise nas Infinitas Terras. O aclamado arco Batman: Ano Um é publicado sob seu comando em fevereiro de 1987, por Frank Miller e David Mazzucchelli.
Batman Ano Um
MOMENTO 13 - A tendência de quadrinhos sombrios iniciada em Cavaleiro das Trevas e Watchmen alcança um novo patamar com A Piada Mortal, de Alan Moore e Brian Bolland. Na HQ de 1988, o Coringa tortura o Comissário Gordon e aleija sua filha, Barbara, a Batgirl.
Batman A Piada Mortal
MOMENTO 14 - Criado em 1983 por Gerry Conway e Don Newton, o segundo Robin, Jason Todd, vira alvo de uma estratégia de marketing inusitada da DC em 1988: um número de telefone é criado para que os leitores decidam se ele deve ou não morrer. Na HQ "Morte na Família", Jason perece pelas mãos do Coringa.
Morte em Familia
MOMENTO 15 - Em 1989, mais um surto de popularidade para o Cavaleiro das Trevas: Tim Burton dirige Batman, com Michael Keaton e Jack Nicholson. Sucesso, o filme ganharia três continuações (Batman: O Retorno, Batman Eternamente e Batman e Robin), que não obtiveram o mesmo retorno. Com o interesse pelo filme, uma nova HQ do herói - primeiro título inédito em quase 50 anos -, Legends of the Dark Knight, por Dennis O'Neil e Ed Hannigan, vende perto de 1 milhão de exemplares.
Batman de 1989 de Tim Burton
Para me foi pior Filme de Batman
MOMENTO 16 - Em 1992, Batman - A Série Animada estreia com enorme sucesso. A qualidade da animação, capitaneada por Bruce Timm com roteiros de Paul Dini, empolga os fãs, que consideram esta versão uma das melhores já criadas para o herói. No desenho, é apresentado um Batman analítico e inserido em uma Gotham City noir.
MOMENTO 17 - A década de 1990 é marcada por grandes sagas do Batman, começando com "A Queda do Morcego" (1993), em que o herói é derrotado por um novo vilão, Bane, e substituído por Jean-Paul Valley, o Azrael. Em 1998, os arcos "Terremoto" e "Terra de Ninguém" marcam o fim de uma era, com a saída de Dennis O'Neil do cargo de editor.
MOMENTO 18 - Jeph Loeb e seu colaborador frequente, Tim Sale, criam no final da década de 1990 duas minisséries antológicas: Batman: O Longo Dia das Bruxas e Batman: Vitória Sombria. As HQs mostram o herói em seus primeiros dias como combatente do crime contra seus grande oponentes. Loeb voltaria em 2008 a trabalhar com o personagem, ao lado de Jim Lee, no arco de histórias "Silêncio".
MOMENTO 19 - O roteirista Grant Morrison (que havia trabalhado com o herói na graphic novel Asilo Arkham) assumiu o título Batman em 2006, trazendo de voltai temas dos anos 1950, como a ficção científica, e personagens esquecidos. O autor chegou até a matar o Homem-Morcego em "Batman: R.I.P.", um arco criado como antecipação às grandes mudanças que Morrison pretendia promover depois da Crise Final. No período, Dick Grayson tornou-se o novo Batman, o filho de Bruce Wayne - Damien, criado em 1987 - retornou e virou o novo Robin, o herói voltou depois de uma sobrenatural viagem pelas eras e foi criada a Corporação Batman, com uma organizaçao de Cavaleiros das Trevas globais, combatendo o crime mundialmente.
Corporacao Batman por Grant Morrison
MOMENTO 20 - A franquia Batman ganha um reboot pelas mãos de Christopher Nolan. Batman Begins é lançado em 2005, seguido por Batman - O Cavaleiro das Trevas (2008) e Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012), criando uma trilogia focada no realismo e nos dilemas do herói. Entre as inspirações para a trama há ideias das HQs Batman: Ano Um, O Longo Dia das Bruxas, Cavaleiro das Trevas e A Morte do Morcego, mas tornando-as algo novo e independente dos quadrinhos. No mesmo periodo, dois games também são lançados e mexem com o mercado: Batman Arkham Asylum e Batman Arkham City, provando que filmes baseados em grandes propriedades intelectuais podem ser excelentes se desvinculados dos lançamentos cinematográficos.
Batman O Cavaleiro das Trevas Ressurge 2012

Tudo sobre Batman este foi melhor filme para me 


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Emancipação Politica e historia errado do Brasil

A emancipação politica é  sem duvida ,um grande progresso ela não e decerto aultima forma de politica no interior da ondem mundial ate aqui no meu pais entende-se nos aqui falamos de emacipacão real de polica pouco sobre mais suja que chequero de porco . Primerio no da repubrica mundo nosso historia errada e fasal do gorveno de D.Pedro I e D.Pedro II na que epoca Brasil a melhor marinha mecate do mundo nosso porto um melhores tambem tinha povo vivia bem .

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Eu ja tem mi nei segundo peça agora a treceria peça

Eu já te mi nem segundo peça vou agora faz com errção de dele tambem um trecerio estou escrevendo novo peça muito breve vou posta ele aqui dois pois de com erregida e rejantada

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Você tem dislexia agora tem site fala sobre tudo veja baixa



Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação
Inclusiva - SEESP/MEC

A APAD, mobilizada junto a AND, em 29 de outubro de 2007, elaborou um documento que sensibilizasse o Grupo de Trabalho da
SEESP/MEC, responsável pela elaboração do novo Plano Nacional de Educação quanto à Dislexia. O texto preliminar do Projeto da
SEESP/MEC encontra-se disponível no site http://portal.mec.gov.br/seesp .

Segue abaixo documento final encaminhado pela AND para a SEESP/MEC:

"AO GT DA POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A Associação Nacional de Dislexia - AND, vem parabenizar a Secretaria de Educação Especial do MEC (SEESP/MEC), pela iniciativa
de atualizar o texto da Política Nacional de Educação Especial. Desejando colaborar dentro do prazo estabelecido a AND apresenta
os seguintes comentários:

1. Lamentamos não ter participado dos eventos nos quais foram debatidos os importantes temas que constam do documento,
embora a AND tenha promovido várias articulações com a SEESP/MEC, ao longo de 2006/07;

2. Igualmente sentimos falta de referências explícitas aos transtornos funcionais específicos, tais como: Dislexia, Disortografia,
Disgrafia, Discalculia, Transtorno de Atenção e Hiperatividade dentre outros;

3. Cumpre esclarecer que tais manifestações não fazem parte dos Transtornos Globais do Desenvolvimento mencionados, mais
de uma vez, no texto da nova Política;

4. O alunado com Transtornos Funcionais Específicos, descritos no DSM-IV e CID-10, ainda não está contemplado no texto
da Política Nacional de Educação Especial, provavelmente porque é baixa a visibilidade do problema na medida em que pode
ser confundido com outras manifestações de necessidades educacionais especiais.

5. Os altos índices de fracasso escolar, incluindo-se a evasão, provavelmente contém uma considerável população de alunos com
Transtornos Funcionais Específicos, que não constam das estatísticas educacionais. Evidência desta afirmativa é que tais alunos
não são mencionados no item 39 da versão preliminar do documento em análise.

A Associação Nacional de Dislexia- AND vem, portanto solicitar que os Transtornos Funcionais Específicos constem claramente
do texto definitivo da Política porque se manifestam em alunos, que igualmente apresentam necessidades educacionais especiais.
Estes alunos podem ser atendidos em classes regulares como já vem ocorrendo comsucesso, em outros países, desde que recebam
o apoio direcionado à especificidade do transtorno.

A AND coloca-se, mais uma vez, à disposição da SEESP/MEC, para oferecer subsídios ao item VI- Orientações ao Sistema e se
disponibiliza para qualquer tipo de ajuda que a SEESP/MEC julgar necessária."


Emenda Modificativa da Vereadora Andréa Gouvêa Vieira do PLANO
MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Ciente quanto às dificuldades encontradas pelo disléxicos em sua escolaridade, a Vereadora Andréa Vieira ,enquanto autora da
emenda modificativa ao projeto de lei nº899/06, ouviu a APAD sobre a necessidade da atualização dos profissionais de educação
para o atendimento ao aluno com dislexia, além da inclusão das acomodações nos procedimentos pedagógicos.
ESTAMOS TRABALHANDO PARA ORGANIZAR O MATERIAL QUE SERÁ ENVIADO A VEREADORA!


Projeto de Lei nº 455/2007 do deputado Alessandro Molon 

Dispõe sobre medidas para identificação e tratamento da dislexia na rede estadual de educação e dá outras providências. (veja o link abaixo)

http://www.alerj.rj.gov.br/processo3.htm


Projeto de Lei nº 616/2007 do deputado Alessandro Molon

Assegura a adaptação de provas e exames públicos às pessoas com necessidades especiais. (veja o link abaixo)

http://www.alerj.rj.gov.br/processo3.htm 


Projeto para a Formação de um Grupo de Estudos com o MEC

PROPOSTA ENCAMINHADA AO MEC EM DEZEMBRO 2006:

SUBSÍDIOS: PARA A ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE AÇÃO PARA INCLUSÃO ESCOLAR DE DISLÉXICOS


Breve histórico da proposta

A proposta de criação de um Grupo de Trabalho, pela Secretaria de Educação Especial, do Ministério da Educação , é resultante
do consenso alcançado no 1º Encontro Nacional Sobre Dislexia na Política de Inclusão Escolar, ocorrido aos 16/09/2006, na
cidade do Rio de Janeiro, contando com a presença de representantes da SEESP/MEC -Secretaria de Educação Especial do
Ministério da Educação; APAD - Associação de Pais e Amigos de Portadores de Dislexia; AND – Associação Nacional de Dislexia;
entre outras instituições governamentais e não-governamentais, além de cerca de 120 pais e profissionais da educação.
Tal proposta, considerada da maior importância e urgência, devido à falta de esclarecimentos de como proceder nas escolas
com alunos disléxicos, justifica-se porque:

• A lei LDB 9.394/96 garante o atendimento às necessidades especiais de todos os estudantes matriculados na rede de
ensino. Como os alunos com dislexia têm necessidades especiais próprias, deverão estar nas redes de ensino e serem
reconhecidos como cidadãos merecedores das atenções especializadas para exercitar esses mesmos direitos;.

Objetivos


• Desenvolvimento de um plano de ações conjuntas entre o Estado e a Sociedade Civil Organizada, por meio de mecanismos
e instrumentos legais e operacionais, que assegurem a plena integração das pessoas com dislexia, garantindo-lhes acesso,
ingresso e permanência com sucesso na vida escolar.

• Contemplar com clareza e objetividade, em textos legais e em outros documentos normativos, as necessidades educacionais
de alunos com dislexia, entendida como transtorno funcional da linguagem que repercute na aprendizagem escolar;

• Garantir a efetividade dos programas de atendimento educacional especializado e inclusão escolar de alunos com dislexia,
independentemente de suas condições sócio-econômicas, idade ou raça.

• Instrumentalizar os educadores e o alunado de nível superior das áreas relacionadas à educação quanto ao conhecimento
da problemática enfrentada por disléxicos, favorecendo a identificação e encaminhamento para equipes multidisciplinares que
realizam o diagnóstico e posterior atendimento.

Reivindicações apresentadas pela APAD para garantia de sucesso escolar

1. Maior tempo para os exames escritos.

2. Aplicação de testes e provas orais a fim de compor a média final do educando.

3. Leitura e explicação dos testes escolares escritos.

4. Língua estrangeira não deve se constituir como uma limitação para a promoção do aluno à série seguinte.

5. Ortografia e erros ortográficos não devem ser considerados para efeito de aferição de notas escolares.

6. Aumento da letra nas provas dos disléxicos

7. Condições para que as crianças com aspectos preditivos de dislexia tenham acesso ao nível fonológico da palavra,
mediadas pela intervenção pedagógica.

8. Que o MEC lidere a elaboração de diretrizes para as questões relativas à garantia de direitos das pessoas disléxicas na
Política de Nacional de Educação Inclusiva.

Conclusões

Pessoas com necessidades especiais já vêm sendo atendidas em suas particularidades, sendo respeitadas em seus
direitos a atendimento escolar diferenciado e nesse sentido podemos concluir que pessoas com dislexia merecem ter
garantido os seus direitos de cidadania na vida escolar.
O que será que vem dificultando o processo de inclusão real dos alunos com dislexia na Política Nacional de Educação
Inclusiva? Acreditamos que a solução está ao nosso alcance.

Nos paises onde a dislexia já é reconhecida como um transtorno funcional de linguagem há legislação específica regulamentando
estes direitos. Pais de pessoas com dislexia não precisam mais pedir o favor de incluírem seus filhos nas escolas. Ao contrário,
as escolas afixam editais em seus quadros de aviso orientando os procedimentos a serem tomados por pessoas com
dislexia para a execução de provas em regimes especiais. São as escolas que alertam e garantem aos disléxicos os
direitos a serem atendidos em suas necessidades especiais.

O Brasil já chegou ao Futuro. Acreditamos que vontade política agregada a um bom nível de informação à sociedade e
formação de profissionais especializados, irá mudar para melhor o destino de significativa população com dislexia.

A efetiva inclusão escolar e social de pessoas com dislexia é tarefa do Estado e da sociedade civil e só uma real parceria
dessas instâncias trará resultados concretos para se atingir esse objetivo, razão pela qual a APAD e a AND se prontificaram
a participar do Grupo de Trabalho proposto. 

Como é sistema de pontuação da Formula 1


Sistema de pontuação – F1 

1º lugar – 25 pontos
2º lugar – 18 pontos
3º lugar – 15 pontos
4º lugar – 12 pontos
5º lugar – 10 pontos
6º lugar – 8 pontos
7º lugar – 6 pontos
8º lugar – 4 pontos
9° lugar – 2 pontos
10° lugar – 1 ponto

domingo, 21 de outubro de 2012

Fernanda Paes Leme esta de volta novela

Fernanda Paes Leme está focada em "Salve Jorge". Tanto que ela revelou que os namoros ficaram de lado: "Estou mais solteira do que nunca. Estou mais quietinha, focada no meu trabalho. Não estou saindo tanto, não sei se estou ficando velha", disse aos risos."
 Ela  ainda falou sobre o final que gostaria de ver para Carminha, personagem de Adriana Esteves: "Gosto de finais surpreendentes. Acho que o mais surpreendente seria ela se redimir, pagar pelo que fez, ser presa.

domingo, 14 de outubro de 2012

Eu vou escreve pouco sobre me pessoa

Eu não tenho  religião  agnóstico  tambem sua monarquista me  tipo de Monarquias constitucionais musica que gosto de rock ( Hard rock e rock roll classico ) ,pop , axe ,jaz e  blues vou bote em baixa dos tipo coisa eu sou  .
Agnosticismo é a visão de que o valor de verdade de certas reivindicações, especialmente afirmações sobre a existência ou não existência de qualquer divindade, mas também de outras reivindicações religiosas e metafísicas, é desconhecido ou incognoscível O agnosticismo pode ser definido de várias maneiras, e às vezes é usado para indicar dúvida ou uma abordagem cética a perguntas. Em alguns sentidos, o agnosticismo é uma posição sobre a diferença entre crença e conhecimento, ao invés de sobre qualquer alegação específica ou crença. No sentido popular, um agnóstico é alguém que não acredita nem descrê (não nega a possibilidade) na existência de um Deus, ao passo que um ateu não acredita na existência de um ou mais deuses (mas também não necessariamente nega, como é o caso do ateísmo cético). Em sentido estrito, no entanto, o agnosticismo é a visão de que a razão humana é incapaz de proporcionar fundamentos racionais suficientes para justificar o conhecimento da existência ou não de Deus. Dentro do agnosticismo existem ateus agnósticos (aqueles que não acreditam que uma divindade ou mais divindades existam, mas que não negam/descartam a possibilidade de suas existências) e os teístas agnósticos (aqueles que acreditam que um Deus existe, mas não afirmam saber isso).
Uma monarquia constitucional (ou monarquia parlamentarista) é um tipo de regime político que reconhece um monarca eleito ou hereditário como chefe do Estado, mas em que uma constituição (série de leis fundamentais) limita os poderes do monarca.
A chefia de Estado é exercida por um monarca; a chefia de Governo por um primeiro-ministro ou o presidente do Conselho de Ministros, a ele cabendo o verdadeiro encargo do Poder Executivo e a direção das políticas interna e externa do país, além da administração civil e militar, de acordo com as leis e a Constituição nacionais. Existe, também, um Poder moderador chefiado pelo Monarca.
As monarquias constitucionais modernas obedecem freqüentemente a um sistema de separação de poderes, e o monarca é o chefe (simbólico) do poder executivo.

Monarquias constitucionais atuais: 
Antígua e Barbuda 1981 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Aruba 1986 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Austrália 1901 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Bahamas 1973 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Bahrein 2002 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Barbados 1966 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Bélgica 1831 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Camboja 1993 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Curaçao 1986 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Emirados Árabes Unidos 1971 (Monarquia eletiva) Escolha do Supremo Conselho Federal a partir de líderes de Abu Dhabi 
Espanha 1978 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Dinamarca 1953 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Granada 1974 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Japão 1946 (Império) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Jordânia 1952 (Reino) Sucessão hereditária não regulada pela constituição 
Kuwait 1961 (Emirado) Sucessão hereditária escolhida pela família al-Sabah 
Lesoto 1993 (Reino) Sucessão hereditária aprovada pelo Colégio de Chefes 
Liechtenstein 1862 (Principado) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Luxemburgo 1868 (Grão-ducado) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Malásia 1957 (Monarquia eletiva) Seleção entre nove sultões hereditários 
Marrocos 1962 (Reino) Sucessão hereditária não regulada pela constituição 
Mónaco 1911 (Principado) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Noruega 1814 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Países Baixos 1815 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Papua-Nova Guiné 1975 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Reino Unido 1688 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Ilhas Salomão 1978 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Santa Lúcia 1979 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
São Cristóvão e Névis 1983 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
São Vicente e Granadinas 1979 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Suécia 1974 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Tailândia 1933 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Tonga 1970 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição 
Tuvalu 1978 (Reino) Sucessão hereditária regulada pela constituição